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É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece…“ Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda… Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção; A gente tem que aprender a se proteger.. Das escolhas dos outros. E até mesmo das nossas próprias escolhas. Eu não sou legal, não mesmo. Acho que sempre tenho razão e quando minhas previsões dão certo olho com a cara mais abominável do mundo, dou um sorriso irônico e falo o clássico eu-te-avisei. É que, em geral, eu tenho razão. Essa é a primeira –e mais importante – coisa que você precisa aprender a meu respeito. […]
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tumblrbot asked: WHAT MAKES YOU FEEL BETTER WHEN YOU ARE IN A BAD MOOD?

testando a ask ok mores?!?!?!??! bjossssss, avise se pegar sá budega ♥


“— Confesse.
— O quê?
— Você morre de saudades.
— Não, não é assim.
— Como é, então?
— Eu vivo de saudades.”
— Camila Costa.  (via semi-deus)

m-fuckers:

E hoje eu percebi tudo que estava estampados a anos, que nunca tive capacidade de perceber. Quando não é pra ser, não adianta.. não vai ser. Ando procurando minha felicidade em cada rua, cada esquina. Procurando meu caminho. Procurando por algo, que jamais viria. E saber que tudo aquilo não passou de um esforço banal, uma perda de tempo. Paralisei, meu olhos se enchiam se lágrimas, e todos que diziam me amar e me apoiar, simplesmente sumiram, me deixaram naquele escuro oco, sozinha. Mais uma vez. Amanhã, me desculpe será tarde de mais para procurar por algo que valha a pena. Não querendo tirar minhas próprias esperanças, mas não adianta colocas asas de plástico e achar que vai voar. Nada mais fazia sentido, e me perguntava o porque daquilo tudo. Porque comigo, porque assim? Duvidei que sentiria algo mais daqui pra frente, duvidei de tudo que viria do destino. Mentira pra mim mais uma vez. E mais uma vez acreditei que aquilo fora capaz de acontecer, que eu seria tão sortuda ou capaz a ponto de enganar o destino. É, acho que mais uma vez o único ombro amigo que tenho, a unica pessoa que tenho pra me ouvir dizer, como foi aquilo, seria eu mesma. Mas como, eu seria duas pessoas? Não, apenas descobri que quando as pessoas falam, elas simplesmente falam. Que eu estaria não sozinha, mas comigo mesma. Sim, e quem disse que elas não mentem? Reclamei, procurei refúgios para não desabar em lágrimas naquele instante. Escrevi. Foi como ter passado um pedaço da minha dor e da minha fúrias para as palavras. Continua sem fazer sentido, não como aqueles filmes de terror, mas como a vida real, perdida no tempo. As lágrimas secaram, é como se elas fossem palavras que não havia coragem de dizer, e sairam como uma cachoeira, com um início, sem ter como parar, sem fim. Como um amigo que havia me ouvido e não só me dado dos melhores conselhos ou me dito as palavras mais bonitas, mas que compreendera que aquela seria mais uma pedra que o destino havia colocado em meu caminho, que fazia parte da caminhada, e tomara metade de minha dor para ele. Os olhos ardem, secos. Já não sai mais nada além do olhar de dúvida, de qualquer coisa que seja, o olhar que já viu e passou por tudo, mas que não desistiu, que ainda está na batalha a procura de algo que eu sei, não virá. Então descobri, que a felicidade mesmo não é chegar e alcançar, é o caminho que proceguimos até chegar, é os tombos e as levantadas que temos na vida, isso sim é felicidade, é saber que mesmo estando em um labirinto sem ponta, sem fim, a caminhada é o que importa, a caminhada sem fim. O fim da esperança, mas o começo de uma grande história, de alguém que reconhece os truques da vida, dos pontapés, dos golpes baixo, alguém que já chorou, que já se arrependeu, mas reconheceu que não passaria de uma fase, de algo que nunca teria um fim, mesmo depois de tudo ter se acabado. (m-f)


m-fuckers:

[…] Depois de tudo que aconteceu, se você jorrace gritos e berros eu entenderia,  porém seu silêncio falou mais alto, e é o que me dói e preenche o vazio.. A sua falta. Não, eu não vou pedir desculpas por algo que não fiz, eu não vou te pedir pra você ficar, cabe a você escolher se vai abandonar toda uma vida ou não. Palavras nenhuma me consolarão ou me farão esquecer, como um filtro que por mais que eu queira, ele não me deixa esquecer. Eu não tenho mais escolhas, você fechou todas as portas que a vida nos abriu, escureceu todo aquele dia radiante, transformou a minha vida num verdadeiro precipício. Ao me deitar amor, não pude conter as lágrimas, elas insistem em cair, nada mais vem a minha mente, como se fosse automático, me deito e sua imagem vem a cabeça. Me diz, como se livrar da ”culpa”? Como prosseguir minha vida, sem você? Minha ”ponte”, que mesmo depois de tantos momentos difíceis, nunca havia me deixado. Como um pássaro sem asas você me deixou. Sem rumo, sem direção. E por mais que seja obra do acaso, não fomos traçados na maternidade, nosso destino se traçou nessa tal ”vida real” mesmo. E agora? Me pergunto todos os dias. Mergulhei n’um mar de fúria, escuridão e dor. Depois que toda minha força se foi, eu olho pra você, e posso encontrar meu caminho. Como paredes sobre minha cabeça, como um pássaro na gaiola, você destruiu todo o amor que havia em mim. (m-f)


m-fuckers:

[…] Depois de tudo que aconteceu, se você jorrace gritos e berros eu entenderia,  porém seu silêncio falou mais alto, e é o que me dói e preenche o vazio.. A sua falta. Não, eu não vou pedir desculpas por algo que não fiz, eu não vou te pedir pra você ficar, cabe a você escolher se vai abandonar toda uma vida ou não. Palavras nenhuma me consolarão ou me farão esquecer, como um filtro que por mais que eu queira, ele não me deixa esquecer. Eu não tenho mais escolhas, você fechou todas as portas que a vida nos abriu, escureceu todo aquele dia radiante, transformou a minha vida num verdadeiro precipício. Ao me deitar amor, não pude conter as lágrimas, elas insistem em cair, nada mais vem a minha mente, como se fosse automático, me deito e sua imagem vem a cabeça. Me diz, como se livrar da ”culpa”? Como prosseguir minha vida, sem você? Minha ”ponte”, que mesmo depois de tantos momentos difíceis, nunca havia me deixado. Como um pássaro sem asas você me deixou. Sem rumo, sem direção. E por mais que seja obra do acaso, não fomos traçados na maternidade, nosso destino se traçou nessa tal ”vida real” mesmo. E agora? Me pergunto todos os dias. Mergulhei n’um mar de fúria, escuridão e dor. Depois que toda minha força se foi, eu olho pra você, e posso encontrar meu caminho. Como paredes sobre minha cabeça, como um pássaro na gaiola, você destruiu todo o amor que havia em mim. (m-f)


m-fuckers:

E hoje eu percebi tudo que estava estampados a anos, que nunca tive capacidade de perceber. Quando não é pra ser, não adianta.. não vai ser. Ando procurando minha felicidade em cada rua, cada esquina. Procurando meu caminho. Procurando por algo, que jamais viria. E saber que tudo aquilo não passou de um esforço banal, uma perda de tempo. Paralisei, meu olhos se enchiam se lágrimas, e todos que diziam me amar e me apoiar, simplesmente sumiram, me deixaram naquele escuro oco, sozinha. Mais uma vez. Amanhã, me desculpe será tarde de mais para procurar por algo que valha a pena. Não querendo tirar minhas próprias esperanças, mas não adianta colocas asas de plástico e achar que vai voar. Nada mais fazia sentido, e me perguntava o porque daquilo tudo. Porque comigo, porque assim? Duvidei que sentiria algo mais daqui pra frente, duvidei de tudo que viria do destino. Mentira pra mim mais uma vez. E mais uma vez acreditei que aquilo fora capaz de acontecer, que eu seria tão sortuda ou capaz a ponto de enganar o destino. É, acho que mais uma vez o único ombro amigo que tenho, a unica pessoa que tenho pra me ouvir dizer, como foi aquilo, seria eu mesma. Mas como, eu seria duas pessoas? Não, apenas descobri que quando as pessoas falam, elas simplesmente falam. Que eu estaria não sozinha, mas comigo mesma. Sim, e quem disse que elas não mentem? Reclamei, procurei refúgios para não desabar em lágrimas naquele instante. Escrevi. Foi como ter passado um pedaço da minha dor e da minha fúrias para as palavras. Continua sem fazer sentido, não como aqueles filmes de terror, mas como a vida real, perdida no tempo. As lágrimas secaram, é como se elas fossem palavras que não havia coragem de dizer, e sairam como uma cachoeira, com um início, sem ter como parar, sem fim. Como um amigo que havia me ouvido e não só me dado dos melhores conselhos ou me dito as palavras mais bonitas, mas que compreendera que aquela seria mais uma pedra que o destino havia colocado em meu caminho, que fazia parte da caminhada, e tomara metade de minha dor para ele. Os olhos ardem, secos. Já não sai mais nada além do olhar de dúvida, de qualquer coisa que seja, o olhar que já viu e passou por tudo, mas que não desistiu, que ainda está na batalha a procura de algo que eu sei, não virá. Então descobri, que a felicidade mesmo não é chegar e alcançar, é o caminho que proceguimos até chegar, é os tombos e as levantadas que temos na vida, isso sim é felicidade, é saber que mesmo estando em um labirinto sem ponta, sem fim, a caminhada é o que importa, a caminhada sem fim. O fim da esperança, mas o começo de uma grande história, de alguém que reconhece os truques da vida, dos pontapés, dos golpes baixo, alguém que já chorou, que já se arrependeu, mas reconheceu que não passaria de uma fase, de algo que nunca teria um fim, mesmo depois de tudo ter se acabado. (m-f)


m-fuckers:

E hoje eu percebi tudo que estava estampados a anos, que nunca tive capacidade de perceber. Quando não é pra ser, não adianta.. não vai ser. Ando procurando minha felicidade em cada rua, cada esquina. Procurando meu caminho. Procurando por algo, que jamais viria. E saber que tudo aquilo não passou de um esforço banal, uma perda de tempo. Paralisei, meu olhos se enchiam se lágrimas, e todos que diziam me amar e me apoiar, simplesmente sumiram, me deixaram naquele escuro oco, sozinha. Mais uma vez. Amanhã, me desculpe será tarde de mais para procurar por algo que valha a pena. Não querendo tirar minhas próprias esperanças, mas não adianta colocas asas de plástico e achar que vai voar. Nada mais fazia sentido, e me perguntava o porque daquilo tudo. Porque comigo, porque assim? Duvidei que sentiria algo mais daqui pra frente, duvidei de tudo que viria do destino. Mentira pra mim mais uma vez. E mais uma vez acreditei que aquilo fora capaz de acontecer, que eu seria tão sortuda ou capaz a ponto de enganar o destino. É, acho que mais uma vez o único ombro amigo que tenho, a unica pessoa que tenho pra me ouvir dizer, como foi aquilo, seria eu mesma. Mas como, eu seria duas pessoas? Não, apenas descobri que quando as pessoas falam, elas simplesmente falam. Que eu estaria não sozinha, mas comigo mesma. Sim, e quem disse que elas não mentem? Reclamei, procurei refúgios para não desabar em lágrimas naquele instante. Escrevi. Foi como ter passado um pedaço da minha dor e da minha fúrias para as palavras. Continua sem fazer sentido, não como aqueles filmes de terror, mas como a vida real, perdida no tempo. As lágrimas secaram, é como se elas fossem palavras que não havia coragem de dizer, e sairam como uma cachoeira, com um início, sem ter como parar, sem fim. Como um amigo que havia me ouvido e não só me dado dos melhores conselhos ou me dito as palavras mais bonitas, mas que compreendera que aquela seria mais uma pedra que o destino havia colocado em meu caminho, que fazia parte da caminhada, e tomara metade de minha dor para ele. Os olhos ardem, secos. Já não sai mais nada além do olhar de dúvida, de qualquer coisa que seja, o olhar que já viu e passou por tudo, mas que não desistiu, que ainda está na batalha a procura de algo que eu sei, não virá. Então descobri, que a felicidade mesmo não é chegar e alcançar, é o caminho que proceguimos até chegar, é os tombos e as levantadas que temos na vida, isso sim é felicidade, é saber que mesmo estando em um labirinto sem ponta, sem fim, a caminhada é o que importa, a caminhada sem fim. O fim da esperança, mas o começo de uma grande história, de alguém que reconhece os truques da vida, dos pontapés, dos golpes baixo, alguém que já chorou, que já se arrependeu, mas reconheceu que não passaria de uma fase, de algo que nunca teria um fim, mesmo depois de tudo ter se acabado. (m-f)